As guias sonoras são saliências no alcatrão, nos limites das faixas de rodagem ou entre faixas de rodagem contrárias.
Pisar estas guias, provoca ruído e vibração, o que serve como um alerta para o condutor saber que excedeu os limites da estrada, alertando-o para o perigo de colisão.
Esta protuberância é uma solução de engenharia rodoviária bastante simples mas eficaz, que ajuda o condutor em situações de distração ou sonolência a perceber que a direção do veículo foi desviada.
Esta solução foi adotada em inúmeros países, de forma bastante comum em Portugal em diversas autoestradas e vias rápidas.
Será que o custo compensa em eficácia?
Após uma investigação realizado em vários países, conclui-se que a presença das guias sonoras resultou na redução do número de acidentes com feridos numa taxa superior a 30%.
Realizadas na Noruega e nos EUA, as análises custo/benefício apontam para uma eficácia superior aos custos. Porém, a presença das guias sonoras foi contestada em Espanha por representar um aumento de risco para a estabilidade dos motociclistas, que ao passando por cima das guias perdem a estabilidade das rodas dianteiras e a travagem torna-se insegura.
Por cá, a decisão em mantê-las mantém-se unânime e não parece que, tão cedo, este auxiliar de segurança seja posto de lado. Qual a sua opinião, as guias sonoras são efetivamente seguras?
A Insparedes deseja-lhe Boas Viagens!